Serviços para pessoas físicas

Atendimento jurídico especializado para proteger seus direitos em todas as fases da vida.

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Direito Consumidor

Direito de Família

Previdenciário

Imobiliário

Porque escolher a JR Salim?

Situações jurídicas fazem parte da vida de qualquer pessoa. Seja para resolver conflitos familiares, garantir direitos previdenciários ou buscar reparação diante de abusos nas relações de consumo, contar com orientação jurídica qualificada faz toda a diferença. No JR Salim Advogados, prestamos assessoria jurídica personalizada para pessoas físicas, atuando de forma estratégica, transparente e comprometida com a melhor solução para cada caso. Nosso trabalho une conhecimento técnico, atendimento humanizado e atuação eficiente, sempre priorizando a segurança jurídica e os interesses de nossos clientes.

Seus direitos como consumidor devem ser respeitados

Cobranças indevidas, nome negativado sem justificativa, produtos com defeito não resolvidos, contratos abusivos ou serviços mal prestados? Você não precisa enfrentar isso sozinho. A JR Salim Advocacia atua no Direito do Consumidor para garantir que seus direitos sejam cumpridos, com atendimento próximo, análise gratuita do seu caso e acompanhamento completo, do início ao fim do processo.

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Planeje e solicite sua aposentadoria com apoio jurídico

Aposentadoria, auxílio-doença, pensão por morte, BPC/LOAS ou revisão de benefício: o INSS costuma exigir documentação complexa e prazos rígidos, e um pequeno erro pode custar meses de espera ou a negativa do seu pedido. A JR Salim Advocacia possui departamento especializado em Direito Previdenciário e atua para garantir que você receba o benefício ao qual tem direito. Planejamento previdenciário personalizado e acompanhamento completo, do requerimento administrativo até a ação judicial, se necessário.

Precisa de algum dos serviços da JR Salim?

Deixe seus dados e um breve descritivo do seu caso, assim o departamento especializado retornará o contato com prévio direcionamento.

Dúvidas frequentes

Meu nome foi negativado, o que devo fazer?

Primeiro, consulte o SPC, Serasa ou Boa Vista para confirmar a negativação e identificar qual empresa a fez, o valor e a origem da dívida. Se a dívida for legítima, negocie diretamente com o credor para quitá-la ou parcelá-la — após o pagamento, ele tem até 5 dias úteis para retirar seu nome dos cadastros. Se a negativação for indevida (dívida já paga, fraude ou prescrita), você pode contestar junto à empresa, procurar o Procon ou buscar a Justiça, com direito a indenização por danos morais em casos comprovados.Este conteúdo é informativo e não substitui orientação jurídica especializada.

Primeiro, acesse o Meu INSS ou consulte a carta de indeferimento para entender o motivo exato da negativa (falta de documento, tempo de contribuição insuficiente, não comprovação de incapacidade, etc.). Se identificar um erro ou tiver documentação complementar, você pode entrar com um recurso administrativo no próprio INSS, dentro do prazo de 30 dias após a decisão. Caso o recurso também seja negado, ou se preferir agir mais rápido, é possível ingressar com uma ação judicial para reverter a negativa, e é nesse momento que a JR Salim pode te ajudar. Com orientação jurídica, análise personalizada do caso e levantamento de documentos para a contestação.

Não há um prazo fixo, pois depende da complexidade do caso, da quantidade de provas e testemunhas, e da região onde tramita. Em geral, processos mais simples podem ser resolvidos em 1 a 2 anos na primeira instância, mas se houver recursos (para o TRT, TST ou instâncias superiores), o processo pode se estender por 3 a 5 anos ou mais até o trânsito em julgado. Fatores como acordo entre as partes e equipe jurídica especializada e atenta ao processo, também podem acelerar significativamente essa duração.

Perder o emprego não extingue automaticamente a obrigação de pagar pensão alimentícia, mas pode justificar uma revisão do valor. Nesse caso, o pagador deve entrar com uma ação de revisão ou redução de alimentos na Justiça, comprovando a mudança na capacidade financeira, para que o juiz ajuste o valor conforme a nova realidade. Até que a decisão seja alterada judicialmente, o valor original continua valendo, e o não pagamento pode gerar cobrança, bloqueio de bens e até prisão civil.